Em que posso ser-lhe útil?
E se, enquanto dentro do PS e de outros partidos políticos se discute quem tem ou vai ter que cargo a governar o país, houvesse um grupo de cidadãos portugueses sem cara, anónimos mas altamente dedicados e grandemente competentes (eu acredito na existência desses portugueses, eu conheço vários) que governassem o país em silêncio na sombra?
Tal qual como no conto do sapateiro e dos ratos que puxam os cordéis para completar a obra inacabada eu acredito que um grupo de pessoas assim era capaz de efectivamente mudar para melhor a nossa sociedade, enquanto a cosmética toma lugar nas grandes parangonas dos jornais, enquanto de decide quem é amigo de quem, que inimigos vão sofrer baixas.
Somos uma nação pobre em muita coisa. Mas em honestidade, em competência, em cultura e em dedicação não somos. Precisa é de depurar-se essas virtudes no meio do lodo. Lodo leia-se os burocratas inflexíveis (burocracia pode ajudar mas dogmas não obrigada), os espertalhaços e os amigos dos espertalhaços que sorriem à medida que eles vão se baboseando nas suas ilegalidades conscientes.
Ad hoc, aceitam-se recrutas!